
Estou longe,
Olho para a palma da minha mão
E vejo a solidão,
Tristeza de um poeta.
Mais um escritor clichê,
Porém não é por isso que a caneta irá parar,
A tinta escorre e cria meu mundo.
Oceano sereno,
Sozinho mergulho bem fundo.
Afogo-me nesse mar e em meu copo,
Procuro palavras e sentimentos,
Reviro meu corpo,
Trago um cigarro,
Observo com o rosto pálido os momentos.
Sigo meu rumo,
O rumo de um poeta sozinho,
Tento a felicidade, mas só pra não perder o costume
Eu vou sumindo.
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