Vida... além da nossa aqui na Terra
Dentro desse aquário limitado
Ambiente de instinto e “racionalidade”
Ficando rapidamente desgastado
“Olha que povo estranho,
Sociedade obsoleta,
Andam, correm, estão sempre ocupados
Com costumes vagos,
Tudo com muita pressa.
Matam a beça
E com esse espírito destruidor,
Destroem as plantações.
Máquinas de metal barato, fumaça escura,
Cidades impuras e com frágeis estruturas.
O fim da linha pode estar perto
Para esse ser que chamam de humano.
A casa está consumida,
O telhado de vidro quebrando,
O jardim virando pasto...
Toda via, existe ainda a beleza da represa
Chamada esperança, né?
Águas mágicas e de belas margens
Fluindo em leitos fortes molham
E limpam a vida desse mundo.
Desejo aos terráqueos muita sorte,
Porém nossa força e moral
Não podem ser ensinadas.
Pois um calice de sabedoria lá
pode se tornar uma fonte de nova "energia",
Desse ponto surgirão péssimas teorias
Nasceria uma era de dúvidas e agonias.
Tão simples é essa espécie pensante
Que necessita tanto de um novo abrigo...
Afinal meu caro amigo,
Os filhos mortais de Deus merecem a salvação?"
Danillo Rodrigues, 12 de fevereiro de 2010
Salvador, Bahia, Brasil.
Do tempo e outras lombras
Há 14 anos
meeeu brother poetaa !! kkkkkkkk'' taa massa velhoo ... parabéns !!!
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